Eduardo Coutinho, o mestre do cinema documental

 

O Brasil perdeu no início deste ano um dos mais importantes documentaristas. Eduardo Coutinho, aos 80 anos, parte deixando sua marca e um vasto legado ao cinema nacional.

Coutinho abriu as portas para o documentário nacional. Seus trabalhos são caracterizados pela sensibilidade e profundidade ao abordar um assunto. A sua filmografia transita entre produção ficcional e documental composta por grandes obras cinematográficas, tais como “Cabra Marcado para Morrer” (1984), “Fio da Memória” (1991), “Santo Forte” (1999), “Babilônia” (2001), “Edifício Master” (2002), “Jogo de Cena” (2007), entre outros trabalhos, que vão além do registro subjetivo.

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Convidado a se tornar membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood e homenageado na Mostra Internacional de São Paulo, em 2010, a mesma em que exibiu o seu longa-metragem “Um Dia na Vida”, obra que utiliza imagens de arquivos de programas de TV’s brasileiros num período de 24 horas.

O EntreLinha Blog presta uma singela homenagem ao mestre do cinema documentário brasileiro. E você pode confira aqui, todas as quintas-feiras, uma análise das principais obras de Eduardo Coutinho.

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Erica Ribeiro

Erica Ribeiro

Publicitária, blogueira, produtora e cineasta. É cofundadora do EntreLinha Blog, Coletivo PAUSA e da websérie "Uma Pausa para o Café...", além de colunista do Design & Chimarrão.