De alguns anos para cá, os coletivos culturais tem florescido em vários centros urbanos e gerado muitos frutos. Para quem ainda não conhece, na cidade de Americana, interior do Estado de São Paulo, há um coletivo que vem ganhando espaço e voz.
O coletivo Articena, que já está no meio desde 2013, surgiu a partir de um interesse em comum do Luan Quintela Marques, idealizador e fundador do projeto, e uma colega do trabalho com o objetivo de se inserir no cenário de arte independente.
Atualmente, ela não faz mais parte, mas contribuiu muito com a criação de grande parte da identidade visual do Articena. Hoje é formado, além do Luan, pelo Nivaldo Junior, Gabriel Dutra e a Camila Terci, que atua nos bastidores e ainda eterniza, através de suas fotografias, cada momento da trupe.
O projeto, segundo Luan, tem aberto portas e também é um meio de poder se envolver e participar mais ativamente do cenário cultural regional, principalmente em “relação à arte urbana, um cenário latente com muita oportunidade de criar um intercambio e criar laços com artistas, coletivos, etc”, além de criar laços “realizando esse projeto ao lado de amigos, o que tem sido válido, e isso muda tudo”.
O coletivo teve seus trabalhos expostos no evento “Cavalete Parede”, organizado pela Bruna Oliveira, no “Movimento Independente LIVRAI de Americana”. Participaram também da exposição realizada na Biblioteca Municipal de Americana, juntamente com outros artistas da região, e do sarau LUARCO, em Santa Bárbara, que reuniu artistas, poetas e músicos.
Para conhecer um pouco mais sobre o coletivo e seus trabalhos é só acessar aqui.

